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Um show da banda AC/DC
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Metallica: gravar "Lulu" foi uma experiência fantástica


O baterista Lars Ulrich disse ao jornal indiano Hindustan Times que os textos sobre a parceria do grupo com LOU REED não analisaram o que o CD realmente é. “Temos lido muitas resenhas. Elas são interessantes, mas as pessoas não focaram no que esse álbum realmente é”, disse Lars. O vocalista James Hetfield completou: “De qualquer forma, esse álbum é muito especial para nós e foi uma experiência fantástica gravá-lo”.
Pelo visto, o que vai ficar dessa colaboração é a realização artística dos músicos, já que Lulu teve umdesempenho  comercial bem fraco comparado aos lançamentos do grupo e não agradou a grande maioria dos fãs.

Nos anos 80, o SLAYER era um dos “4 grandões” do thrash metal, ao lado de ANTHRAX, METALLICA e MEGADETH. Tomando uma abordagem mais extrema para o gênero, o SLAYER foi alvo de controvérsia constantes e críticas pelas artes de suas capas e letras perturbadoras, que discutia temas que vão desde os serial killers até satanismo.
A banda prosperou com a publicidade negativa, atingindo um público maior com o lançamento de seu álbum de excelência “Reign In Blood” de 1986.
O SLAYER foi abraçado pelos fãs de metal, tanto underground e mainstream, e esta lista reflete os momentos cruciais da sua carreira.
1. Reign In Blood (1986)
O terceiro álbum do SLAYER é constantemente classificado por fãs e críticos como um dos melhores álbuns de thrash metal de todos os tempos. A influência do “Reign In Blood” não é somente thrash, mas também death e black metal em grande proporção. Depois do ambicioso “Hell Awaits”, o SLAYER afinou mais seu som e encurtou a duração das músicas, enquanto aumentavam sua intensidade.
A banda está em grande forma, e a produção, feita por Rick Rubin, foi como um tiro certeiro. “Angel Of Death” e “Raining Blood” são as faixas reconhecíveis, mas as “porradas” “Altar Of Sacrifice” e “Jesus Saves” são as jóias subestimadas de “Reign In Blood”.
2. Seasons In The Abyss (1990)
Combinando os riff brutais de “Reign In Blood” e as vagarosas melodias de “South Of Heaven”, “Seasons In The Abyss” é o último grande álbum do SLAYER, antes da saída do baterista Dave Lombardo, que ocorreu nos anos 90 e os atingiu como uma frigideira no rosto.
A banda se coloca em seu melhor desempenho coletivo, com um forte trabalho de bateria e os trabalhos frenéticos das guitarras de Kerry King e Jeff Hanneman.
A faixa-título remonta aos dias de “Hell Awaits”, e "War Ensemble" atualmente, é um das favoritas ao vivo.
3. South Of Heaven (1988)
Após a destruição violenta de “Reign In Blood” ter sido deixada para trás, o SLAYER acrescentou alguns elementos melódicos em “South Of Heaven”.
O vocalista Tom Araya canta limpo em algumas faixas, violões foram implementados próximos a “Spill "The Blood", e a banda estava mais calculista em seu ataque sonoro.
O SLAYER manteve a intensidade alta, sendo “Mandatory Suicide” e “Ghosts Of War” as faixas de destaque. Foi uma abordagem diferente para a banda, a qual obteve opiniões diversificadas entre os fãs.
Com o passar do tempo, “South Of Heaven” é agora considerado um clássico subestimado.
4. Hell Awaits (1985)
Com o flerte do SLAYER com um som mais progressivo, “Hell Awaits” sofreu com a produção pobre, mas a composição é, sem dúvida uma de suas mais fortes até agora.
Mesmo quando as canções escorregam para a marca de seis minutos, a banda manteve as coisas interessantes com alterações de compasso, solos épicos, e um brilhante desempenho de Lombardo.
O álbum é posto de lado pela maioria dos fãs de SLAYER, o que é uma absoluta injustiça, considerando canções como "At Dawn They Sleep", "Kill Again" e "Crypts Of Eternity que se classificaram como algumas de suas melhores até agora.
5. Show No Mercy (1983)
“Show No Mercy” tratou-se de uma viagem do SLAYER ao NWOBHM, adicionando um pouco de VENOM na medida certa. Mesmo em sua fase inicial, o SLAYER teve uma força com a qual contar.
O aspecto mais notável do seu álbum de estréia foram os solos que soavam limpos feitos por King e Hanneman, com nenhum dos efeitos extras e efeitos whammy que dominariam o seu trabalho nos anos posteriores.
Hinos como “The Anti-Christ” e “Die By The Sword” conquistaram público no mundo inteiro, enquanto faixas multifacetadas como “Black Magic” e “Metal Storm/Face The Slayer” deram aos ouvintes uma pequena amostra do que estaria por vir com “Hell Awaits”.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Megadeth: confira show completo da banda no SWU






Fonte: http://whiplash.net/materias/news_845/142258-megadeth.html

Madonna: cover do Pantera com guitarra pesada

Durante alguns concertos de 2008, MADONNA tocou guitarra em uma versão bem mais pesada da música “Hung Up” terminando a música com o riff de “A New Level” do PANTERA  e com uma performance que deveria servir de lição a qualquer “rock star” de hoje.
O responsável por esta passagem durante o show foi o guitarrista e professor de guitarra da Madonna, MONTE PITMANN. O guitarrista começou a trabalhar para a cantora após atender um chamado para dar aulas do cineasta e ex-marido da Madonna, GUY RITCHIE, que havia ganho uma guitarra, da então esposa, Madonna. Ritchie devolveu o favor e presenteou a esposa com uma guitarra também. Pitmann foi chamado novamente para ser o professor e afirma “Ela pegou sério, e trabalhou duro nisto. Ela aprendeu muito e bem rápido. Tem uma coisa sobre a Madonna: ela tem uma pegada incrível”.
O vídeo da música pode ser conferido no vídeo abaixo:


A parte final da música pode ser conferida a seguir:


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Classic Rock: revista elege 100 melhores músicas de rock


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A revista britânica Classic Rock elegeu as 100 melhores canções de rock de todos os tempos. Confira a lista abaixo e leia alguns comentários neste link:
“A Million Miles Away” – Rory Gallagher
“Ain’t No Love In The Heart Of The City” – Whitesnake
“All Right Now” – Free
“All Your Love” – John Mayall & The Bluesbreakers
“Am I Evil” – Diamond Head
“Amanda” – Boston
“America” – Simon & Garfunkel
“Anarchy In The UK” – Sex Pistols
“Another Girl, Another Planet” – The Only Ones
“Badge” – Cream
“Bitter Suite” – Marillion
“Blood On Blood” - Bon Jovi
“Breadfan” – Budgie
“Cause We’ve Ended As Lovers” – Jeff Beck
“Closer To The Heart” – Rush
“Cochise” – Audioslave
“Cortez The Killer” – Neil Young & Crazy Horse
“Cowboys From Hell” – Pantera
“Crazy Train” – Ozzy Osbourne
“Dallas 1pm” – Saxon
“Day In The Life” – The Beatles
“Diamond Dogs” – David Bowie
“Do You Love Me” – Kiss
“Don’t Believe A Word” – Thin Lizzy
“Don’t Stop Believing” – Journey
“Down Payment Blues” – AC/DC
“Echoes” – Pink Floyd
“Epic” – Faith No More
“Even Flow” – Pearl Jam
“Everlong” – Foo Fighters
“Faith Healer” – Sensational Alex Harvey Band
“Green Grass And High Tides” – The Outlaws
“Hassan I Sabha” – Hawkwind
“Heart Of The Sunrise” – Yes
“Hello, It’s Me” – Todd Rundgren
“How Does It Feel” – Slade
“How Does It Feel To Feel” – The Creation
“I Am The Sword” – Motörhead
“I Believe In A Thing Called Love” – The Darkness
“I Can See For Miles” – The Who
“Jeepster” – T.Rex
“Joan Crawford” – Blue Oyster Cult
“Jump” – Van Halen
“Just Got Paid” – ZZ Top
“Kashmir” – Led Zeppelin
“Killing Yourself To Live” – Black Sabbath
“Lil’ Devil” – The Cult
“Little Wing” – Jimi Hendrix
“Looking At You” – MC5
“Looking For A Kiss” – New York Dolls
“Love Buzz” – Nirvana
“Love Walked In” – Thunder
“Magic Carpet Ride” – Steppenwolf
“Man In The Box” – Alice In Chains
“Man Of The World” – Fleetwood Mac
“Mandolin Wind” – Rod Stewart
“Mistral Wind” – Heart
“Muscle And Blood” – Hughes/Thrall
“My Iron Lung” – Radiohead
“Mystery Song” – Status Quo
“Nat Neat Neat” – The Damned
“Nine Lives” – Aerosmith
“Now I’m Here” – Queen
“Orion” – Metallica
“Out In The Street” – UFO
“Outshined” – Soundgarden
“Peace Frog” – The Doors
“Pool Hall Richard” – The Faces
“Positively 4th Street” – Bob Dylan
“Radar Love” – Golden Earring
“Rainbow In The Dark” – Dio
“Re-Make/Re-Model” – Roxy Music
“Rime Of The Ancient Mariner” – Iron Maiden
“Rock Candy” - Montrose
“Rockaway Blues” – Ramones
“Saturday Gigs” – Mott The Hoople
“Search And Destroy” – The Stooges
“Shooting Star” – Bad Company
“Sinner” – Judas Priest
“Some Kind Of Wonderful” – Grand Funk Railroad
“Speed King” – Deep Purple
“Stargazer” – Rainbow
“Starless” – King Crimson
“Stay Free” – The Clash
“Sultans Of Swing” – Dire Straits
“Supper’s Ready” – Genesis
“Sweet Jane” – Velvet Underground
“The Wild One, Forever” – Tom Petty And The Heartbreakers
“The Zoo” – Scorpions
“Thunder Road” – Bruce Springsteen
“Times Of Trouble” – Temple Of The Dog
“Tin Soldier” – Small Faces
“Tuesday’s Gone” – Lynyrd Skynyrd
“Tumbling Dice” – The Rolling Stones
“Under My Wheels” – Alice Cooper
“Up Around The Bend” – Hanoi Rocks
“Village Green Preservation Society” – The Kinks
“Wasted” – Def Leppard
“Welcome To The Jungle” – Guns N’ Roses
“Willin’” – Little Feat
Fonte e créditos: 
http://whiplash.net/materias/melhores/076656.html

Megadeth: Mustaine fala sobre o próximo álbum, “TH1RT3EN”


Conforme já publicamos, Megadeth  anunciou a data de lançamento de seu 13º álbum de estúdio “TH1RT3EN”: 1º de novembro de 2011.
Dave Mustaine, frontman da banda, falou sobre o novo álbum: "Este disco é o culminar do meu trabalho ao longo dos 13 registros que eu gravei. Há momentos em que captura toda minha emoção, e outros onde eu estou liberando sentimentos que eu nunca soube que existia! Meus melhores momentos da minha carreira musical foram capturados em TH1RT3EN"
TH1RT3EN também marca o retorno do baixista Dave Ellefson, que fez parte da formação clássica da banda, entre 1983-2002. Ellefson voltou a tocar ao vivo com o Megadeth no início de 2010, e esta é a primeira vez que atua em um registro do Megadeth  desde então, pois seu último trabalho com a banda foi "Rude Awakening" em 2002.
O título do álbum tem vários significados, revelou Mustaine em entrevista à RollingStone.com: "Eu nasci em 13 de setembro, este é meu 13º álbum. Pareceu-me a coisa certa a fazer para chamá-lo TH1RT3EN ".
Fonte e créditos:
http://whiplash.net/materias/news_848/135933-megadeth.html

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Megadeth: Mustaine quer supergrupo com James e Lars


Em entrevista à radio 97.1 Eagle Rocks, de Dallas, Dave Mustaine revelou conversas com os antigos desafetos e novamente amigos Lars Ulrich e James Hetfield. “Falei com eles sobre fazermos um supergrupo junto com David Ellefson para gravarmos um disco. James disse não, mas a idéia ainda está no ar. Vou seguir insistindo, é um desejo meu”.
Quando o assunto foi Marty Friedman, Mustaine negou qualquer possibilidade de volta do antigo guitarrista ao Megadeth. “Não há mais espaço. Além disso, Marty não é tão bom quanto Chris Broderick. Ele quis ser um guitarrista Pop e foi formar uma banda com uma garota japonesa. A formação com Marty e Nick Menza não foi a mais importante, de qualquer modo. Com o lineup atual fizemos mais coisas do que nunca. Se analisarmos a situação, resgatamos a banda do nada, enquanto Marty e Nick entraram em um grupo que já era grande”.

Fonte e créditos

Purple, Metallica, Guns, AC/DC: entre os 666 clássicos


 maior estação de rádio rock da Suécia, Rockklassiker 106.7, publicou uma lista das 666 melhores canções de todos os tempos, votada pelos ouvintes da estação. Os fãs votaram online, submetendo suas seis melhores canções de todos os tempos.
AC/DC e o KISS tiveram o maior número de entradas entre os 666 - 28 e 23, respectivamente - com o METALLICA aparecendo 21 vezes, incluindo duas vezes nos 10 primeiros. GUNS N' ROSES teve 18 e IRON MAIDEN teve 14, o DEEP PURPLE 11 e o BLACK SABBATH 10.
Veja abaixo as 10 primeiras canções votadas pelos ouvintes da Rockklassiker 106.7.
01. DEEP PURPLE – "Smoke On The Water"
02. METALLICA - "Enter Sandman"
03. GUNS N' ROSES - "November Rain"
04. AC/DC - "Back In Black"
05. METALLICA - "Nothing Else Matters"
06. IRON MAIDEN - "Run To The Hills"
07. KISS - "Lick It Up"
08. AEROSMITH - "Janie's Got A Gun"
09. JIMI HENDRIX - "Foxy Lady"
10. QUEEN - "Bohemian Rhapsody"
Fonte e créditos: 

Megadeth: divulgada data de lançamento de "TH1RT3EN"


O MEGADETH  anunciou o lançamento de seu décimo terceiro álbum, intitulado "TH1RT3EN". O CD será lançado no dia 1 de novembro via Roadrunner Records. "TH1RT3EN" é o sucessor de "Endgame" de 2009, que foi um dos álbuns mais célebres da carreira da banda.
Recentemente o Megadeth  divulgou algums músicas novas que estarão no novo álbum, "Never Dead", especialmente para o game do mesmo nome ação. Além dela, "Sudden Death", gravada para o game "Guitar Hero: Warriors Of Rock", também vai aparecer no álbum.

David Ellefson: "esse álbum vai deixar os fãs felizes"


Zach Shaw do site MetalInsider.net entrevistou o baixista David Ellefson. Confiram abaixo alguns trechos da conversa.
MetalInsider.net: Vamos começar falando do novo álbum da banda, "TH1RT3EN". Como sabemos esse é o primeiro álbum desde o seu retorno à banda. Como se sentiu em voltar ao estúdio com o MEGADETH depois de tanto tempo?
Ellefson: Sabe, acho que fizemos a coisa certa ao voltarmos e celebramos o 20º aniversário do Rust In Peace no ano passado. É claro que o Chris «Broderick» e o Shawn«Drover» eram novos membros com quais deveria me integrar. Comigo e com o Dave «Mustaine», foi uma conexão instantânea que deu certo. E foi a coisa certa a se fazer antes de tentarmos nos aventurar a gravar algo criativo depois de tanto tempo sem tocarmos juntos. Teria sido uma dinâmica diferente. Então fazer esse novo álbum com a banda foi muito divertido. Rápido e divertido. Sabiamos que não tinhamos muito tempo, apenas 10 semanas entre as duas turnês. Teve uma energia, tipo quando fizemos o "Peace Sells… But Who's Buying?". Estávamos no meio de duas turnês, a gravadora queria um álbum, e havia muita empolgação ao redor da banda naquela época. A única diferença é que no caso do "Peace Sells…", nós já tinhamos as músicas escritas e fomos e gravamos. Para esse álbum nós não tinhamos nada escrito antes de cairmos na estrada e começamos do nada e gravamos o álbum. E tem uma energia e uma vibe igual a que sentimos na estrada.
MetalInsider.net: Você já começou a dizer isso, mas qual a diferença de gravar hoje em dia com Dave Mustaine comparado a 25 anos atrás quando vocês gravaram o "Peace Sells…"?
Ellefson: Bem, foi bem parecido à época do "Peace Sells…", Dave escreveu a maioria das músicas do "TH1Rt3EN" e tem uma boa influência da gente nele também. Acho que o motivo de tudo ter dado certo tão rapidamente foi porque queriamos gravar um grande álbum. Não vamos nos ater ao seu riff ou o meu riff, ou sua letra. Vamos jogar todas a ideias na mesa e usarmos as melhores. E isso criou uma grande sinergia entre nós quatro e nosso produtor Johnny K «DISTURBED,STAIND, MACHINE HEAD». Então quando chegou o momento de cada um gravar a sua parte, cada músico levou a música para um direcionamento criativo, e esse é um processo que precisa acontecer para que seja uma banda e não um projeto solo. E esse tem o selo do MEGADETH.
MetalInsider.net: Por falar em gravadoras, Dave Mustaine foi bem claro sobre sua insatisfação com a Roadrunner Records. Já que esse é o último álbum no contrato, você poderia nos dizer quais os planos para depois disso?
Ellefson: Bem, nosso agente e o presidente da Roadrunner foram ao nosso show outro dia em «Holmdel» Nova Jersey, e eles estavam bem felizes com o que ouviram do novo álbum. Esse é um álbum que vai deixar os fãs de metal felizes mas que nos permitirá atingir outros tipos de media como rádios e ser mais main stream, mas de um jeito bem MEGADETH de ser. Estamos empolgados, vamos tocar no Yankee Stadium e de repente a MLB fica empolgada com o MEGADETH. Essas são grandes parceirias para se ter quando você tem o álbum certo, a música certa, e certamente o tipo certo de tour ou show como esse com o "Big Four". Somos uma banda que foi bem recebida em vários cenários, seja lutas profissionais e esportes, video games, e todo tipo de coisa diferente. É uma habilidade que a gente tem de cruzar essa linha do metal e ainda continuar sendo uma banda de metal. Tem que ser algo que aconteça naturalmente.
MetalInsider.net: Dito isso, vocês estariam abertos a continuarem na Roadrunner Records?
Ellefson: Bem, isso é pensando a longo prazo. Neste momento queremos entregar a ele um excelente álbum, porque seja esse o último ou um recomeço com eles ou com qualquer outra gravadora, no final do dia é o nome MEGADETH em jogo e é isso o que os fãs veem. Então quisermos fazer um ótimo álbum para nosso fãs, independente de tudo isso. Nós fizemos nossa parte e agora é a vez deles.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

David Ellefson: “Rust In Peace” foi importante para estilo


MetalReview bateu um papo com David Ellefson; confira abaixo:
MetalReview: Depois de um processo arduo e rigoroso de votação a equipe da MetalReview sescolheu os 100 Álbuns Esseciais da infâme década de 90, e estamos felizes em dizer que o Rust in Peace foi um dos nossos escolhidos. Sei que não somos os primeiros a falar sobre a excelência do álbum, mas mesmo assim, como se sente com esse indicação?
David Ellefson: Obrigado! É sempre bom ser escolhido. Na época só estavamos gravando o próximo álbum. Quem iria adivinhar que viraria uma clássico?!
MR: Por falar em Rust in Peace, qual seu relacionamento com o álbum hoje em dia? Você acha que esse reconhecimento todo é válido?
Ellefson: Depois de tocar o ábum todo ao vivo no ano passo eu certamente aprecio as nuances do material e entendo melhor o porque dos fãs gostarem dele. Trouxe muitas lembranças da banda naquele momento e revigorou o apelo do álbum para mim também. Muitas vezes na carreira você grava um álbum e toca alguns músicas nas turnês que se seguem, mas depois você não senta para ouvir direito do começo até o final. Essa tour do vigésimo aniversário me transportou de volta para aquela época thrash, que foi um ponto crucial no gênero.
MR: Sendo uma pessoa que está na banda desde os tempos mais turbulentos nas formações, do que você se lembra da época do “Rust in Peace?" Você acha que não foi tão turbulento antes de entrar no estúdio com você e o Dave tentando se livrar das drogas e a mudança de formação acontecendo...
Ellefson: Bem, a maioria do álbum foi composto como um trio, porque era um época dificil, mas gravamos sóbrios no começo dos anos 90, como um quarteto, talvez seja porque isso que você ouve tanta angústia no álbum. Também explica os andamentos rápidos. Nós estávamos putos e você consegue ouvir isso
Sobre as mudanças de formações, está mais para reformulação do troca de integrantes, apesar dessa não ter sido a mentalidade na época. Aconteceu. A formação do RIP tinha uma boa vibração, todos queriamos tocar a mesma coisa e queriamos elevar a banda ao seu melhor. Foi ótimo ser um grupo, e por isso fomos tão produtivos por tantos anos.
MR: Bem, turbulento ou não, a gravação do álbum deve ter sido boa, porque Mike Clink teve a honra de ser o primeiro produtor que sobreviveu ao processo de gravação de um álbum do Megadeth sem ser demitido. Que lembraça você tem de vocês tentanto criar o álbum dentro do Rumbo Studios?
Ellefson: Mike estava dando um tempo antes de gravar o próximo álbum do Guns N’ Roses (Use Your Illusion I e II) então utilizamos ele como co-produtor da gravação e dos overdubs. Então veio o Max Norman e mixou o álbum já que o Mike tinha que fazer o trabalho com o GN’R. Essa virada de mesa se tornou uma jornada criativa para nós e Max, que incluiu os dois álbuns seguintes e algumas músicas para trilha sonora. O Max é um excelente produtor de hard rock e metal, e eles nos ajudou a criar boas músicas e elevou o nível de produção nosso, um som que se tornou nosso.
Sobre os arranjos e estruturas, o Clink não teve muito a ver com isso já que tinhamos tudo pronto antes de entrar no estúdio. Marty tinha acabado de entrar para a banda, então estávamos preocupados em inteirá-lo ao material.
A gravação e edição da bateria e do baixo demorou quase um mês, devido à complexidade dos arranjos e da intensidade. Clink lidou bem com essa parte da produção. Depois Dave gravou os overdubs de guitarra base, e o Marty passou a maior parte do tempo praticando os solos.
Na parte vocal, Dave gravou os vocais principais e depois tiveram vários momentos legais que chamamos de ‘gang backup vocals’ onde a gente e o resto da equipe ia pro estúdio e gritava as letras para criar um backing vocal enorme. Gravamos assim para as músicas “Take No Prisoners,” “Five Magics” e “Lucretia.”
É interessante salientar que “Dawn Patrol” foi a última música adicionado ao álbum. Mike Clink e nosso empresário viviam dizendo que faltava uma música. Nick e eu rgravamos um ideia que tinhamos rascunhado quando estávamos terminando as faixas de baixo e bateria, e mostramos ao Dave como opção para a faixa final. Ele gostou da ideia baixo/bateria e escreveu uma letra em cima, que acabou virando a “Dawn Patrol”. Ao ouvir o álbum agora, ela serve como uma ótima pausa para a carnificina que vem das outras músicas na ordem do tracklist...e é uma ótima transição para os ouvidos das pessoas antes esmagá-los com “Rust In Peace… Polaris” fechando o álbum.
MR: É incrível pensar nas pessoas que fizeram testes para a posição de guitarrista antes da gravação do Rust in Peace, como por exemplo, Dimebag Darrell e um jovem Jeff Loomis. Em retrospecto você alguma vez já pensou: "Merda, nós basicamente tivemos guitarristas que entrariam no Hall of Fame se candidatando a guitarrista e tivemos a coragem de dizer não para eles?" Você tem alguma história interessante para partilhar com a gente desses testes?
Ellefson: Bem, ligamos para o Dime no começo de 1989 para vermos seu interesse e disposição, mas nuncas testamos ele porque ele estava comprometido com o Pantera. Quando o encontrei um ano antes em Dallas, ele me disse que o álbum Peace Sells… tinha mudado a vida dele. Ele era um fã e um guitarrista feroz, por isso entramos em contato com ele. Até aquele momento não tinhamos feito nenhum teste aberto, e o Marty não tinha se oferecido para fazer também. Os teste naquele ano foram tão futeis, e foi uma benção o Marty estar disponivel e interessado no trabalho. Ele tinha um passado bacana com o metal e como solista, então ele entenderia melhor que os outros como tocar as nossas músicas.
MR: Rust in Peace também Megadeth marcou uma época importante em termos de sucesso comercial com todas as indicações para o Grammy e coisa do tipo, solidificando a banda como uma das principais no estilo. A celebração de 20 anos do Rust in Peace também marcou sua volta para a banda, então, no fim das contas, esse álbum dá um pouco de nostalgia a você. Como se sente, depois de vinte anos, voltar a tocar aquelas musicas que o tornaram um imortal no mundo do heavy metal?
Ellefson: Para ser honesto, aquelas músicas eram dificeis de serem tocadas quando lançamos o álbum. Fico feliz por Shawn Drover tem um senso de como toca bateria o que deixou mais fácil quando a gente tocou o álbum ao vivo. Para mim, isso tornou a jornada mais divertidas, anos atrás, ainda estávamos amadurecendo como músicos, e às vezes os andamentes ficavam desenfreados. (risos)
MR: Para finalizar, do seu ponto de vista, que tipo de herança você acha que os anos 90 deixaram para o metal em geral?
Ellefson: Eu acho que os anos 90 sempre serão lembrados pelos fãs de metal como algo ruim para esse tipo de música, especialmente depois de 1994. Apesar de muitos terem "sobrevividos", foi por causa dos fãs. As pessoas que nos apoiavam tanto nos anos 80 viraram as costas rapidamente para a gente nos anos 90 quando uma nova "onda" chegou. Mas isso é o que deixa o metal ainda mais legal, não é mais uma onda, e os fãs escutam e apoiam, independente de modas, porque gostamos mesmo de música e o que ela representa... não porque era uma coisa de momento.

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Iron Maiden: "faremos pelo menos mais um disco", diz Bruce




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Falando com o (jornal britânico) Daily Star, o professor de história, piloto comercial e frontman da maior banda de rock pesado do mundo, BRUCE DICKINSON, confirmou que os planos estão feitos para o sucessor de ‘The Final Frontier’ de 2010, que foi o décimo - quinto disco de estúdio da veterana banda.
Entretanto, ele admitiu que o grupo está ciente dos ‘limites’ do que eles podem fazer musicalmente e descartaram qualquer colaboração absurda com alguém do hip-hop, comentando:
“Não somos o tipo de banda que poderia dizer: ‘Hey, vamos fazer um disco com Kanye West’ porque isso não interessaria aos fãs do Maiden de maneira alguma.”
Dickinson acrescentou que a banda por muitas vezes entra em atrito para discutir idéias para material novo, concluindo:
“Tentamos manter as coisas em um nível equilibrado. Sendo ingleses, nós ainda temos alguma reserva quando estamos comunicando idéias um para o outro. Se nós nos abraçássemos, teríamos que ir direto para a ‘rehab’”.
Fonte e créditos: 

Iron Maiden: On Board Flight 666 em 1° lugar na Amazon


Com lançamento previsto para 20 de outubro via Orion Books, o livro "On Board Flight 666" do fotógrafo John McMurtrie, já figura em primeiro lugar na lista de livros em "pré-venda" da Amazon.uk.
O livro documenta em mais de 300 fotos, a viagem do Iron Maiden  por cinco continentes nas duas últimas turnês mundiais a bordo do Boeing 757, especialmente customizado e pilotado pelo vocalista e capitão Bruce Dickinson – que escreve o prefácio da obra.
A odisséia começa em janeiro de 2008, na Somewhere Back in Time Tour e se estende até 2011, na excursão que promove o álbum The Final Frontier, que alcançou o número um nas paradas de 28 países. On Board Flight 666 captura imagens do Iron Maiden  e sua leal legião de fãs, dando uma idéia do que faz a banda tão especial e aventureira em seus planos de turnê.
Fonte e créditos: 

Programa canadense elege os “20 Pais do Heavy Metal”


"Listed: 20 Fathers of Heavy Metal" é o nome de uma das edições do programa da série "Listed", da TV canadense MuchMoreMusic. O programa promete "enumerar os 20 pais do Heavy Metal, aquelas bandas cujas grandiosas letras, performances teatrais, e som capaz de arrasar audições, as tornaram referências no seu gênero". O “Metal God” Rob Halford, é um dos comentaristas do programa.
A lista dos "20 Pais do Heavy Metal" segundo o programa é a seguinte:
01. BLACK SABBATH
02. LED ZEPPELIN
03. IRON MAIDEN
04. JUDAS PRIEST
05. METALLICA
06. AC/DC
07. MOTÖRHEAD
08. DEEP PURPLE
09. KISS
10. DEF LEPPARD
11. MÖTLEY CRÜE
12. VAN HALEN
13. MEGADETH
14. SLAYER
15. ALICE COOPER
16. SCORPIONS
17. ANTHRAX
18. MINISTRY / NINE INCH NAILS
19. PANTERA
20. SYSTEM OF A DOWN 

Fonte e créditos: 

Tony Iommi: eleito maior guitarrista de Heavy Metal


O site das guitarras Gibson, uma das marcas mais cultuadas pelos guitarristas de rock, publicou uma lista dos 10 maiores guitarristas de metal de todos os tempos.
A lista não tem muitas surpresas, já que a maioria dos músicos citados são figuras marcantes na história do metal. Nomes como Randy Rhoads (3° lugar), Dimebag Darrell (5° lugar), Zakk Wylde (7° lugar) e Tony Iommi (1° lugar) são sem dúvida essenciais a uma lista como essa.
Mas não podemos dizer o mesmo da inclusão do "estranho no ninho", Adam Jones, em 8° lugar, e a não inclusão de guitarristas geniais e originais como Jimmy Page (LED ZEPPELIN), Marty Friedman (MEGADETH),Yngwie Malmsteen, e porque não o inimitável Denis "Piggy" D'Amour (VOIVOD). Sempre impossível de agradar gregos e troianos.
Segue a lista dos 10 maiores guitarristas de metal de todos os tempos segundo a Gibson:
10. George Lynch (DOKKEN)
9. Dave Murray e Adrian Smith (IRON MAIDEN)
8. Adam Jones (TOOL)
7. Zakk Wylde (OZZY OSBOURNE, BLACK LABEL SOCIETY)
6. Eddie Van Halen (VAN HALEN)
5. Dimebag Darrell (PANTERA, DAMAGEPLAN)
4. John Petrucci (DREAM THEATER)
3. Randy Rhoads (OZZY OSBOURNE)
2. Kirk Hammett e James Hetfield (METALLICA)
1. Tony Iommi (BLACK SABBATH)

Fonte e créditos: 

Menino abandona escola do interior de SP após ser repreendido por gostar de rock pesado


O primeiro dia de aula do garoto Marcelo Corrêa Carvalho, 8, no colégio Ponto Alfa, em São José do Rio Preto (438 km de São Paulo) foi também o último. Seus pais decidiram mudar o menino de escola depois de ele ser repreendido pela diretora por gostar de rock. Marcelo é fã das bandas como Iron Maiden e roqueiros como Ozzy Osbourne.
Tudo começou porque Marcelo começou a batucar na carteira como se estivesse tocando bateria. A professora não gostou e o mandou para a diretoria. Lá, a diretora Ana Maria Fernandes questionou seu comportamento e suas escolhas.
O menino teria dito a ela que quer ser guitarrista e que sonha em tocar com o Iron Maiden. A diretora mostrou imagens de capas de CDs das bandas, na tela do computador, e o alertou que “todas fazem referência ao demônio, com imagens satânicas e que lembram a morte”.
“Eu quis despertar nele uma reflexão para a realidade. Esse é meu trabalho, e as letras que ele ouve fazem alusão à besta, ao demônio. Não têm mensagem positiva”, disse a diretora Ana Maria ao UOL Notícias.
Nara Corrêa Carvalho, 26, mãe do garoto, diz que ele voltou para casa apavorado com o que viu na sala da diretora. Segundo Nara, Marcelo contou que a diretora lhe mostrou imagens de demônios e disse que os roqueiros fazem rituais satânicos. “Ela disse que eles sacrificam animais, cortam as cabeças e que têm pacto com o demônio. Ele ficou apavorado.”
Ana relatou que queria ajudar o garoto e a família, que, de acordo com ela, não tem consciência do que dizem as letras das músicas que o menino ouve. “Eu conversei três horas e meia com Marcelo. Ele é agressivo, e isso se deve a esse hábito de ouvir essas músicas que estimulam a violência.”
O colégio Ponto Alfa é uma escola particular de ensino fundamental com apenas 15 alunos por sala de aula e atende a várias crianças consideradas “difíceis”. Todas as salas são monitoradas por câmeras. A diretora informou que vai colocar no Facebook as imagens do menino em sala de aula para provar o que se passou na escola e de que forma ele foi tratado.
A família de Marcelo mudou-se para São José do Rio Preto há 15 dias. A mãe, Nara Corrêa Carvalho, 26, é comissária de bordo e tem dois filhos: Marcelo e uma menina de cinco anos. Ela decidiu voltar para Rio Preto, onde moram seus pais. “Meu filho ficou traumatizado, mas não vai deixar de seguir sua vocação, que é a música”, disse ela.
Marcelo é fã dos Beatles e do The Who desde os dois anos, mas hoje prefere Iron Maiden e Ozzy Osbourne. É um garoto considerado superdotado, segundo ela. “Ele tem grandes habilidades, pertence ao grupo dos supertalentosos para a música, matemática e derivados”, afirmou Nara. A diretora confirmou ser perceptível que o menino tem grau de inteligência acima da média.
Depois do episódio, Marcelo fica em casa, enquanto a mãe procura uma nova escola. A família vai processar a escola. O caso está protocolado no Conselho Tutelar Sul de São José do Rio Preto, que deve apresentar a denúncia ao Ministério Público da Educação.
“Essa pessoa tem que entender que as crenças dela não podem interferir na educação das crianças”, disse Nara, mãe de Marcelo. A diretora Ana Fernandes informou ao UOL Notícias que não tem religião, é uma pessoa cristã e lê apenas a Bíblia.

http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/08/03/menino-de-8-anos-e-repreendido-por-gostar-de-rock-pesado-e-dura-apenas-um-dia-em-escola-do-interior-de-sp.jhtm

Metallica: Bob Rock revela segredos do "Black Album"


O produtor Bob Rock recentemente deu uma visão aprofundada sobre o ‘Black Album’ do METALLICA.
“Não foi um álbum fácil e divertido de se fazer,” Bob contou à Music Radar (via Blabbermouth). “Claro que demos algumas risadas, mas as coisas foram difíceis. Eu disse aos caras que quando completássemos esse álbum eu nunca trabalharia com eles de novo. Eles sentiram o mesmo a meu respeito.”
Sobre sua aproximação com composições do ‘mainstream’: “Eles tinham quebrado uma barreira, mas ainda não estavam nas rádios mainstream. Quando vieram até mim eles estavam prontos para fazer esse salto para algo grande. Um bocado de pessoas pensa que eu mudei a banda. Não mudei. Suas cabeças já estavam mudadas quando os conheci.”
Sobre o estilo de tocar bateria de Lars Ulrich: “Eu notei que o Lars tocava para a guitarra de James muito parecido com o jeito que Keith Moon tocava para Pete Townshend (THE WHO). Isso é legal para algumas bandas, mas não para todas. O ‘Back In Black’ do AC/DC foi um grande ponto de referência para um álbum de rock que ‘grooveava’. Eu disse isso em ordem para captar aquele sentimento, ele tinha que ser o ponto focal musicalmente. Então, em certas músicas, a banda tocou para Lars. Eles o acompanharam. Fez uma diferença real.”
Sobre James Hetfield: “Ele queria ir mais a fundo com sua composição. Ele queria que suas músicas realmente importassem. Nós falamos a respeito de grandes compositores, como (Bob) Dylan e (John) Lennon e Bob Marley, e eu acho que ele viu isso que ele poderia escrever para si mesmo, mas ainda tocar outras pessoas. Foi uma luta para ele, mas ele teve um tremendo avanço como compositor.”
Sobre gravar como uma banda ao vivo: “Eu insisti na banda tocar ao vivo no estúdio. Eles nunca tinham feito isso antes – todos os seus álbuns anteriores foram gravados em sessões separadas. Eu disse a eles, ‘vocês são uma grande banda ao vivo. Esta vibe é crucial para o álbum.’”
Sobre ‘Enter Sandman’: “Eu pedi a Jason (Newsted) para tocar mais como um baixista e menos como um guitarrista. Coloque isso com a nova perspectiva que Lars teve sobre a bateria e nós tínhamos uma música com um groove matador. De cara, baseado na música e no riff, a banda e seu empresário acharam que poderia ser o primeiro single. Então eles ouviram as letras de James e perceberam que a música era sobre morte no berço. Isso não iria dar certo.
Eu sentei com James e conversei sobre suas letras. Eu disse ‘O que você tem é ótimo, mas pode ser melhor. Tem que ser tão literal?’. Não que eu estivesse pensando no single; apenas queria que ele fizesse a música grande. Era um processo dele aprendendo a dizer o que ele queria, mas de um modo meio que aberto e mais poético. Ele reescreveu algumas letras e surgiu... o primeiro single.”
Sobre “Sad But True”: “Eles tocaram para mim a demo e eu os disse que eu achei que era a 'Kashmir' (N.T.: tida como uma das maiores canções do LED ZEPPELIN, do álbum Physical Graffiti) dos anos 90. Até onde sei, eles nunca tiveram nada tão pesado, tão energético e poderoso. Ritmicamente, eu poderia falar que ela tinha o potencial para ser absolutamente esmagadora!
Nós estávamos em pré-produção, e era desconfortável pois ninguém tinha feito isto com eles antes, e depois de seis canções veio ‘Sad But True’. De repente, eu percebi que cada música, incluindo esta, estavam afinadas em #E.
Então eu os informei que no ‘Feelgood' do MÖTLEY CRUE’, o qual eu produzi e o METALLICA adorou, a banda havia afinado para D. O METALLICA afinou para D, e isso é quando o riff realmente torna-se grande. Era essa força que você não pode simplesmente parar, não importa o que tente”.

Fonte e créditos:

“Mustaine toca rápido e eu, melódico”, diz Hammett


O jornalista David Fricke, da revista estadunidense Rolling Stone, conduziu em junho de 2008 uma entrevista com o guitarrista do METALLICA Kirk Hammett.
Rolling Stone — Como você sabe quais riffs e solos manter e quais dispensar?
Kirk Hammett: "Sei quando devemos ou não cortá-los. E sempre tento fazer um solo o melhor que posso. Gravei mais de cem solos para uma única canção neste álbum — e solo dura apenas 25 segundos! [risos]. Mas é óbvio quando um solo funciona. É algo como: ‘uau!’. Ou então simplesmente não é bom o suficiente. É algo bem preto no branco mesmo".
Rolling Stone — Como você descreveria sua participação no som de duas guitarras do METALLICA?
Kirk Hammett: "James [Hetfield, vocal e guitarra] e eu sempre nos complementamos. Nunca entramos numa briga de duas guitarras como muitas bandas fazem. Seu alcance é primário, algo rítmico e percussivo. O meu é mais técnico e fluido. Vejo a guitarra com um monte de escalas e tons. Componho riffs e arranjos tendo a certeza de que eles vão se encaixar harmonicamente. Muitos dos álbuns que fizemos na década de 90 eu estava fazendo orquestrações, procurando por uma parte que se encaixasse em uma outra certa parte para deixar tudo mais excitante — uma textura, uma corda, um pequeno ‘lick’ aqui, outro ali. Agora, voltamos para o trabalho de guitarra como fazíamos na década de 80. O álbum que estamos trabalhando agora é somente uma coisa, METALLICA — uma locomotiva vindo direto a você".
Rolling Stone — Há algum solo nos primeiros álbuns que ultrapassou o seu modo de tocar?
Kirk Hammett: "Quando os outros caras ouviram os solos de ‘Creeping Death’ e ‘Ride the Lightning’ [N. do T.: ambas faixas de ‘Ride the Lightning, de 1984], foi um aspecto diferente de solar que eles estavam acostumados. Dave Mustaine [N. do T.: o qual Hammet substituiu no grupo] só tocava rápido. E eu toco por partes, seções diferentes que deixam o solo tão contagiante quanto possível. No entanto, eu sempre fui mais flamejante. Admito isso".
Rolling Stone — Como vocês compôs o riff de “Enter Sandman”? Nela, há um reconhecimento instantâneo, como em “Smoke on the Water” e “Whole Lotta Love”.
Kirk Hammett: "Tenho um amigo que tem uma loja de guitarras, e ele colocou um placa lá que diz ‘No Enter Sandman’ [risos]. O SOUNDGARDEN havia acabado de lançar ‘Louder Than Love’. Eu estava tentando capturar aquela atitude, com riffs pesados. Eram duas horas da manhã. Gravei o riff numa fita e me esqueci dele. Quando Lars [Ulrich, baterista] ouviu, disse: ‘Isso é demais! Mas repita a primeira parte umas quatro vezes’. Foi essa sugestão que o deixou ainda mais pegajoso".

Fonte e créditos:
http://whiplash.net/materias/entrevistas/073632-metallica.html
  

Metallica: ingressos a US$6 em comemorações de 30 anos


O METALLICA  completa 30 anos este ano e o aniversário será celebrado com quatro shows especialíssimos no lendário Fillmore de São Francisco, nos dias 5, 7, 9 e 10 de dezembro. Os shows terão convidados especiais, músicas raras, sets variados e mais surpresas. Melhor ainda, segundo o site da banda, os fãs poderão comprar pacotes com os quatro ingressos para os shows e eventos surpresa, por apenas US$19.81. Já os ingressos individuais serão vendidos pelo valor que eram vendidos nos anos 80, US$6 cada.
A venda, claro, será prioritária para membros do Fan Club oficial. A inscrição custa US$45... Aaaaaaah! Ainda assim, 4 ingressos para shows especiais por menos de 70 dólares parece uma pechincha, não? :-)
Fonte e créditos: 
http://whiplash.net/materias/news_848/135419-metallica.html

Sepultura: videos da festa de lançamento de "Kairos"

O programa Stay Heavy exibiu uma matéira especial sobre o lançamento do novo álbum do SEPULTURA, "Kairos". A matéria ainda conta com entrevistas exclusivas com Paulo Jr., Derrick Green e Monika Cavalera, em uma matéria realizada pelo "repórter do Stay Heavy por um dia", Marcello Pompeu (Korzus)!