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Um show da banda AC/DC
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Metallica: gravar "Lulu" foi uma experiência fantástica


O baterista Lars Ulrich disse ao jornal indiano Hindustan Times que os textos sobre a parceria do grupo com LOU REED não analisaram o que o CD realmente é. “Temos lido muitas resenhas. Elas são interessantes, mas as pessoas não focaram no que esse álbum realmente é”, disse Lars. O vocalista James Hetfield completou: “De qualquer forma, esse álbum é muito especial para nós e foi uma experiência fantástica gravá-lo”.
Pelo visto, o que vai ficar dessa colaboração é a realização artística dos músicos, já que Lulu teve umdesempenho  comercial bem fraco comparado aos lançamentos do grupo e não agradou a grande maioria dos fãs.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Metallica: Por que Lou Reed e Não Dave Mustaine?


“Então você é um daqueles caras curtidos no rock que acreditam que sabem tudo que é preciso saber sobre o Metallica. A parte boa «os anos bons, até e incluindo o ‘Black album», a parte ruim «Load – Reload» e a feia «a vergonhosa luta contra o Napster».
Mas você está preparado para perdoar, porque honestamente, no palco eles ainda mandam ver melhor do que qualquer outra banda por aí, incluindo os ‘pula-pula’ do Slayer. Além disso, quanto mais velho você fica, mais você começa a gostar de ‘Load’.
Agora, apesar disso, eles foram longe demais, você diz. Gravar um disco com Lou Reed? O que em nome de Cliff Burton é essa porra? Se eles quisessem fazer algo nessa de colaboração, por que eles não se reuniram com Dave Mustaine e reviveram a chama original que deu vida ao thrash, ao speed, ao metal de arrebentar?
OK, permita-me que eu lhe explique. A razão pela qual o Metallica fez um disco com o Lou Reed é porque é uma idéia muito interessante, completamente inesperada. E não é isso que fez do Metallica  um grupo diferente dos outros por todos esses anos? E o porquê deles sempre atraírem tanta paulada dos pseudo-fãse dos metidos a críticos?
Desde ousarem colocar ‘Fade to Black’ – uma balada acústica, como é que eles tiveram a pachorra! – em seu segundo disco, ‘Ride The Lightning’, até fazerem um filme, ‘Some Kind of Monster’, sobre o quão inseguros e fudidos eles eram na verdade, resultando em seu disco mais zoado da carreira, ‘St. Anger’, passando pela pecha de vendidos ao lançarem o ‘Black Album’, o Metallica fez tudo que pode para não jogar pelas regras.
A recompensa foi um nível de sucesso e reconhecimento muito além dos domínios do rock e do metal, ao ponto de onde seus verdadeiros contemporâneos não serem as bandas que eles deixaram para trás como o Slayer, Megadeth e Anthrax, nem as bandas das quais o Metallica pegou sua inspiração como o Deep Purple, Iron Maiden e o Aerosmith. Hoje em dia, o único modo de entender até onde a estrela do Metallica os levou é medindo-os contra bandas que transcenderam seus gêneros de maneira parecida, como o Led Zeppelin e o U2.
E, não, Cliff Burton, que a essa altura está morto há mais tempo do que ele esteve vivo, não estaria revirando-se em seu túmulo ao pensar no Metallica trabalhando com Lou Reed. Na verdade, foi Cliff quem introduziu o resto da banda à música de Reed através de seu amor pelo Velvet Underground. Isso foi nos dias quando Cliff também estava apresentando o grupo a discos de Kate Bush, Peter Gabriel, The Police e Stanley Clarke.O Velvet Underground foi, e permanece sendo, um dos grupos de rock mais loucos, genuinamente subversivos que jamais existiu. Ouça à viagem pela morte de 17 minutos deles, ‘Sister Ray’ e me diga se eles não esticaram as fronteiras do rock. Isso, diga-se de passagem, numa época quando James Hetfield e Lars Ulrich ainda usavam calças curtas.
Quando à subseqüente carreira solo de Reed, mais uma vez, procure faixas assassinas, de arrepiar os cabelos como ‘Street Hassle’, ‘Kicks’ ou qualquer coisa de seu arrebatador disco ‘Berlin’ e me diga se esse cara não é capaz de se garantir com o Metallica? Falando sério, é pela banda que eu tenho medo, quando o assunto é quem tem mais chance de empurrar esse projeto para além de seus limites.
Tal como Lou cantou certa vez:
‘Algumas pessoas, elas saem pra dançar
E outras pessoas, elas têm que trabalhar…
E também há aqueles desgraçados
Bem, eles vão te dizer que tudo é simplesmente uma merda’
Não seja uma dessas pessoas.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Metallica e Lou Reed: divulgada a capa de "Lulu"

O Metallica divulgou no site oficial da parceria com Lou Reed a capa do novo disco, "Lulu".
Serão dez faixas, sendo que quatro já tiveram seus títulos divulgados, a saber: "Junior Dad", "Little Dog", "Mistress Dread" e "Pumping Blood".

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Metallica e Lou Reed: títulos de novas músicas revelados


A colaboração musical entre Lou Reed e o METALLICA, "Lulu", será lançado no dia 1 de novembro na América do Norte e um dia antes (31 de outubro) no resto do mundo.
Confira abaixo alguns título de músicas que estarão no disco:
* Junior Dad
* Little Dog
* Mistress Dread
* Pumping Blood
O disco é inspirado em duas peças teatrais do dramaturgo alemão Frank Wedekind: "Earth spirit" e "Pandora's box". As letras foram originalmente compostas por Lou Reed para uma montagem teatral em Berlim.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Purple, Metallica, Guns, AC/DC: entre os 666 clássicos


 maior estação de rádio rock da Suécia, Rockklassiker 106.7, publicou uma lista das 666 melhores canções de todos os tempos, votada pelos ouvintes da estação. Os fãs votaram online, submetendo suas seis melhores canções de todos os tempos.
AC/DC e o KISS tiveram o maior número de entradas entre os 666 - 28 e 23, respectivamente - com o METALLICA aparecendo 21 vezes, incluindo duas vezes nos 10 primeiros. GUNS N' ROSES teve 18 e IRON MAIDEN teve 14, o DEEP PURPLE 11 e o BLACK SABBATH 10.
Veja abaixo as 10 primeiras canções votadas pelos ouvintes da Rockklassiker 106.7.
01. DEEP PURPLE – "Smoke On The Water"
02. METALLICA - "Enter Sandman"
03. GUNS N' ROSES - "November Rain"
04. AC/DC - "Back In Black"
05. METALLICA - "Nothing Else Matters"
06. IRON MAIDEN - "Run To The Hills"
07. KISS - "Lick It Up"
08. AEROSMITH - "Janie's Got A Gun"
09. JIMI HENDRIX - "Foxy Lady"
10. QUEEN - "Bohemian Rhapsody"
Fonte e créditos: 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Tony Iommi: eleito maior guitarrista de Heavy Metal


O site das guitarras Gibson, uma das marcas mais cultuadas pelos guitarristas de rock, publicou uma lista dos 10 maiores guitarristas de metal de todos os tempos.
A lista não tem muitas surpresas, já que a maioria dos músicos citados são figuras marcantes na história do metal. Nomes como Randy Rhoads (3° lugar), Dimebag Darrell (5° lugar), Zakk Wylde (7° lugar) e Tony Iommi (1° lugar) são sem dúvida essenciais a uma lista como essa.
Mas não podemos dizer o mesmo da inclusão do "estranho no ninho", Adam Jones, em 8° lugar, e a não inclusão de guitarristas geniais e originais como Jimmy Page (LED ZEPPELIN), Marty Friedman (MEGADETH),Yngwie Malmsteen, e porque não o inimitável Denis "Piggy" D'Amour (VOIVOD). Sempre impossível de agradar gregos e troianos.
Segue a lista dos 10 maiores guitarristas de metal de todos os tempos segundo a Gibson:
10. George Lynch (DOKKEN)
9. Dave Murray e Adrian Smith (IRON MAIDEN)
8. Adam Jones (TOOL)
7. Zakk Wylde (OZZY OSBOURNE, BLACK LABEL SOCIETY)
6. Eddie Van Halen (VAN HALEN)
5. Dimebag Darrell (PANTERA, DAMAGEPLAN)
4. John Petrucci (DREAM THEATER)
3. Randy Rhoads (OZZY OSBOURNE)
2. Kirk Hammett e James Hetfield (METALLICA)
1. Tony Iommi (BLACK SABBATH)

Fonte e créditos: 

Metallica: Bob Rock revela segredos do "Black Album"


O produtor Bob Rock recentemente deu uma visão aprofundada sobre o ‘Black Album’ do METALLICA.
“Não foi um álbum fácil e divertido de se fazer,” Bob contou à Music Radar (via Blabbermouth). “Claro que demos algumas risadas, mas as coisas foram difíceis. Eu disse aos caras que quando completássemos esse álbum eu nunca trabalharia com eles de novo. Eles sentiram o mesmo a meu respeito.”
Sobre sua aproximação com composições do ‘mainstream’: “Eles tinham quebrado uma barreira, mas ainda não estavam nas rádios mainstream. Quando vieram até mim eles estavam prontos para fazer esse salto para algo grande. Um bocado de pessoas pensa que eu mudei a banda. Não mudei. Suas cabeças já estavam mudadas quando os conheci.”
Sobre o estilo de tocar bateria de Lars Ulrich: “Eu notei que o Lars tocava para a guitarra de James muito parecido com o jeito que Keith Moon tocava para Pete Townshend (THE WHO). Isso é legal para algumas bandas, mas não para todas. O ‘Back In Black’ do AC/DC foi um grande ponto de referência para um álbum de rock que ‘grooveava’. Eu disse isso em ordem para captar aquele sentimento, ele tinha que ser o ponto focal musicalmente. Então, em certas músicas, a banda tocou para Lars. Eles o acompanharam. Fez uma diferença real.”
Sobre James Hetfield: “Ele queria ir mais a fundo com sua composição. Ele queria que suas músicas realmente importassem. Nós falamos a respeito de grandes compositores, como (Bob) Dylan e (John) Lennon e Bob Marley, e eu acho que ele viu isso que ele poderia escrever para si mesmo, mas ainda tocar outras pessoas. Foi uma luta para ele, mas ele teve um tremendo avanço como compositor.”
Sobre gravar como uma banda ao vivo: “Eu insisti na banda tocar ao vivo no estúdio. Eles nunca tinham feito isso antes – todos os seus álbuns anteriores foram gravados em sessões separadas. Eu disse a eles, ‘vocês são uma grande banda ao vivo. Esta vibe é crucial para o álbum.’”
Sobre ‘Enter Sandman’: “Eu pedi a Jason (Newsted) para tocar mais como um baixista e menos como um guitarrista. Coloque isso com a nova perspectiva que Lars teve sobre a bateria e nós tínhamos uma música com um groove matador. De cara, baseado na música e no riff, a banda e seu empresário acharam que poderia ser o primeiro single. Então eles ouviram as letras de James e perceberam que a música era sobre morte no berço. Isso não iria dar certo.
Eu sentei com James e conversei sobre suas letras. Eu disse ‘O que você tem é ótimo, mas pode ser melhor. Tem que ser tão literal?’. Não que eu estivesse pensando no single; apenas queria que ele fizesse a música grande. Era um processo dele aprendendo a dizer o que ele queria, mas de um modo meio que aberto e mais poético. Ele reescreveu algumas letras e surgiu... o primeiro single.”
Sobre “Sad But True”: “Eles tocaram para mim a demo e eu os disse que eu achei que era a 'Kashmir' (N.T.: tida como uma das maiores canções do LED ZEPPELIN, do álbum Physical Graffiti) dos anos 90. Até onde sei, eles nunca tiveram nada tão pesado, tão energético e poderoso. Ritmicamente, eu poderia falar que ela tinha o potencial para ser absolutamente esmagadora!
Nós estávamos em pré-produção, e era desconfortável pois ninguém tinha feito isto com eles antes, e depois de seis canções veio ‘Sad But True’. De repente, eu percebi que cada música, incluindo esta, estavam afinadas em #E.
Então eu os informei que no ‘Feelgood' do MÖTLEY CRUE’, o qual eu produzi e o METALLICA adorou, a banda havia afinado para D. O METALLICA afinou para D, e isso é quando o riff realmente torna-se grande. Era essa força que você não pode simplesmente parar, não importa o que tente”.

Fonte e créditos:

“Mustaine toca rápido e eu, melódico”, diz Hammett


O jornalista David Fricke, da revista estadunidense Rolling Stone, conduziu em junho de 2008 uma entrevista com o guitarrista do METALLICA Kirk Hammett.
Rolling Stone — Como você sabe quais riffs e solos manter e quais dispensar?
Kirk Hammett: "Sei quando devemos ou não cortá-los. E sempre tento fazer um solo o melhor que posso. Gravei mais de cem solos para uma única canção neste álbum — e solo dura apenas 25 segundos! [risos]. Mas é óbvio quando um solo funciona. É algo como: ‘uau!’. Ou então simplesmente não é bom o suficiente. É algo bem preto no branco mesmo".
Rolling Stone — Como você descreveria sua participação no som de duas guitarras do METALLICA?
Kirk Hammett: "James [Hetfield, vocal e guitarra] e eu sempre nos complementamos. Nunca entramos numa briga de duas guitarras como muitas bandas fazem. Seu alcance é primário, algo rítmico e percussivo. O meu é mais técnico e fluido. Vejo a guitarra com um monte de escalas e tons. Componho riffs e arranjos tendo a certeza de que eles vão se encaixar harmonicamente. Muitos dos álbuns que fizemos na década de 90 eu estava fazendo orquestrações, procurando por uma parte que se encaixasse em uma outra certa parte para deixar tudo mais excitante — uma textura, uma corda, um pequeno ‘lick’ aqui, outro ali. Agora, voltamos para o trabalho de guitarra como fazíamos na década de 80. O álbum que estamos trabalhando agora é somente uma coisa, METALLICA — uma locomotiva vindo direto a você".
Rolling Stone — Há algum solo nos primeiros álbuns que ultrapassou o seu modo de tocar?
Kirk Hammett: "Quando os outros caras ouviram os solos de ‘Creeping Death’ e ‘Ride the Lightning’ [N. do T.: ambas faixas de ‘Ride the Lightning, de 1984], foi um aspecto diferente de solar que eles estavam acostumados. Dave Mustaine [N. do T.: o qual Hammet substituiu no grupo] só tocava rápido. E eu toco por partes, seções diferentes que deixam o solo tão contagiante quanto possível. No entanto, eu sempre fui mais flamejante. Admito isso".
Rolling Stone — Como vocês compôs o riff de “Enter Sandman”? Nela, há um reconhecimento instantâneo, como em “Smoke on the Water” e “Whole Lotta Love”.
Kirk Hammett: "Tenho um amigo que tem uma loja de guitarras, e ele colocou um placa lá que diz ‘No Enter Sandman’ [risos]. O SOUNDGARDEN havia acabado de lançar ‘Louder Than Love’. Eu estava tentando capturar aquela atitude, com riffs pesados. Eram duas horas da manhã. Gravei o riff numa fita e me esqueci dele. Quando Lars [Ulrich, baterista] ouviu, disse: ‘Isso é demais! Mas repita a primeira parte umas quatro vezes’. Foi essa sugestão que o deixou ainda mais pegajoso".

Fonte e créditos:
http://whiplash.net/materias/entrevistas/073632-metallica.html
  

Metallica: ingressos a US$6 em comemorações de 30 anos


O METALLICA  completa 30 anos este ano e o aniversário será celebrado com quatro shows especialíssimos no lendário Fillmore de São Francisco, nos dias 5, 7, 9 e 10 de dezembro. Os shows terão convidados especiais, músicas raras, sets variados e mais surpresas. Melhor ainda, segundo o site da banda, os fãs poderão comprar pacotes com os quatro ingressos para os shows e eventos surpresa, por apenas US$19.81. Já os ingressos individuais serão vendidos pelo valor que eram vendidos nos anos 80, US$6 cada.
A venda, claro, será prioritária para membros do Fan Club oficial. A inscrição custa US$45... Aaaaaaah! Ainda assim, 4 ingressos para shows especiais por menos de 70 dólares parece uma pechincha, não? :-)
Fonte e créditos: 
http://whiplash.net/materias/news_848/135419-metallica.html

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Metallica: Unboxing do jogo de tabuleiro da banda

Um dos jogos de tabuleiro mais populares do mundo, o Monopoly (Banco Imobiliário), ganhou uma versão personalizada para comemorar a história e a música dos gigantes do heavy metal, o METALLICA. O jogo já está disponível na loja virtual oficial da banda.
Descrição do Jogo: Esta edição especial do jogo de tabuleiro personalizado, homenageia uma mairoes bandas de Heavy Metal da história. A descrição do jogo promete, cada aspecto do jogo foi desenhado especialmente para um verdadeiro fã do Metallica. Ao jogar, você irá avançar as casas onde cada parte conta um pouco da história da banda. Ao redor do tabuleiro pode-se observar locais históricos, como casas de shows que a banda tocou, festivais, estúdios, casas de infância, etc.
As peças do jogo são baseadas em imagens das artes de álbuns de toda a carreira do Metallica, incluindo o martelo de Kill Em All, a balança de And Justice For All, o punho de St. Anger, a cobra do Black Album e uma estrela ninja.
O video tem 10 minutos de duração, e pode ser conferido abaixo:

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Metallica: celebração dos 30 anos em São Francisco

O site oficial do METALLICA  divulgou a seguinte mensagem:
"Trinta anos de Metallica. Dá pra acreditar? Então é motivo de fazer uma grande celebração!"
"Vocês devem estar se perguntando: 'O que diabos vocês irão fazer para celebrar 30 anos de banda?', acompanhado por: 'Por que não fazer shows exclusivos para membros do fã-clube?'
"Vocês ficarão emlpolgados em saber que na semana do dia 5 de dezembro de 2011 será uma semana completa para o Metallica  na Bay Area. Mais especificamente, estaremos fazendo quatro shows para membros do Clube Met no histórico Fillmore em San Francisco nos dias 5, 7, 9 e 10 de dezembro, para celebrar o nosso 30º aniversário. Este espectáculo incluirá convidados especiais, canções raras, um set list variado, tudo o que você possa imaginar e esperar do Metallica, diversão para toda a família!"
"Venha para a Bay Area, para passar a semana conosco, não só para fechar 2011 com muito barulho, mas para comemorar mais de três décadas de loucura".
"Para participar de toda a semana de festividades, haverá quatro pacotes especiais de ingressos (um ingresso para cada um dos quatro shows) e entrada automática para vários outros eventos especiais, disponíveis com preços de $ 19,81 (você tem?). Se você não poder se juntar a nós durante toda a semana, nós teremos ingressos para espectáculos individuais e você verá que estamos voltando ao início dos anos 80 com os preços dos bilhetes (mas não o cabelo!). Um único show será apenas $6,00 cada pessoa. Ambos os quatro pacotes e ingressos para shows individuais estarão disponíveis para membros do fã-clube somente através de um sistema de reservas onde deverão ser adicionados e registrados, blá, blá. Membros registrados poderão se logar para obter todos os detalhes. Nós começaremos a venda das reservas a partir do dia 8 de agosto.
"Esperamos vê-los por uma semana de loucura em dezembro!"