Fonte: http://whiplash.net/materias/news_845/142258-megadeth.html
Bem-vindos
Bem-vindos ao santuário do Rock and Roll, onde vocês encontrarão noticias sobre rock, resenhas de CDs e muito mais!
Um show da banda AC/DC
Mostrando postagens com marcador Megadeth. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Megadeth. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Megadeth: Mustaine fala sobre o próximo álbum, “TH1RT3EN”
Conforme já publicamos, Megadeth anunciou a data de lançamento de seu 13º álbum de estúdio “TH1RT3EN”: 1º de novembro de 2011.
O título do álbum tem vários significados, revelou Mustaine em entrevista à RollingStone.com: "Eu nasci em 13 de setembro, este é meu 13º álbum. Pareceu-me a coisa certa a fazer para chamá-lo TH1RT3EN ".
Fonte e créditos:
http://whiplash.net/materias/news_848/135933-megadeth.htmlquarta-feira, 10 de agosto de 2011
Megadeth: Mustaine quer supergrupo com James e Lars
Megadeth: divulgada data de lançamento de "TH1RT3EN"
O MEGADETH anunciou o lançamento de seu décimo terceiro álbum, intitulado "TH1RT3EN". O CD será lançado no dia 1 de novembro via Roadrunner Records. "TH1RT3EN" é o sucessor de "Endgame" de 2009, que foi um dos álbuns mais célebres da carreira da banda.
Recentemente o Megadeth divulgou algums músicas novas que estarão no novo álbum, "Never Dead", especialmente para o game do mesmo nome ação. Além dela, "Sudden Death", gravada para o game "Guitar Hero: Warriors Of Rock", também vai aparecer no álbum.
David Ellefson: "esse álbum vai deixar os fãs felizes"
Ellefson: Sabe, acho que fizemos a coisa certa ao voltarmos e celebramos o 20º aniversário do Rust In Peace no ano passado. É claro que o Chris «Broderick» e o Shawn«Drover» eram novos membros com quais deveria me integrar. Comigo e com o Dave «Mustaine», foi uma conexão instantânea que deu certo. E foi a coisa certa a se fazer antes de tentarmos nos aventurar a gravar algo criativo depois de tanto tempo sem tocarmos juntos. Teria sido uma dinâmica diferente. Então fazer esse novo álbum com a banda foi muito divertido. Rápido e divertido. Sabiamos que não tinhamos muito tempo, apenas 10 semanas entre as duas turnês. Teve uma energia, tipo quando fizemos o "Peace Sells… But Who's Buying?". Estávamos no meio de duas turnês, a gravadora queria um álbum, e havia muita empolgação ao redor da banda naquela época. A única diferença é que no caso do "Peace Sells…", nós já tinhamos as músicas escritas e fomos e gravamos. Para esse álbum nós não tinhamos nada escrito antes de cairmos na estrada e começamos do nada e gravamos o álbum. E tem uma energia e uma vibe igual a que sentimos na estrada.
Ellefson: Bem, foi bem parecido à época do "Peace Sells…", Dave escreveu a maioria das músicas do "TH1Rt3EN" e tem uma boa influência da gente nele também. Acho que o motivo de tudo ter dado certo tão rapidamente foi porque queriamos gravar um grande álbum. Não vamos nos ater ao seu riff ou o meu riff, ou sua letra. Vamos jogar todas a ideias na mesa e usarmos as melhores. E isso criou uma grande sinergia entre nós quatro e nosso produtor Johnny K «DISTURBED,STAIND, MACHINE HEAD». Então quando chegou o momento de cada um gravar a sua parte, cada músico levou a música para um direcionamento criativo, e esse é um processo que precisa acontecer para que seja uma banda e não um projeto solo. E esse tem o selo do MEGADETH.
MetalInsider.net: Por falar em gravadoras, Dave Mustaine foi bem claro sobre sua insatisfação com a Roadrunner Records. Já que esse é o último álbum no contrato, você poderia nos dizer quais os planos para depois disso?
Ellefson: Bem, nosso agente e o presidente da Roadrunner foram ao nosso show outro dia em «Holmdel» Nova Jersey, e eles estavam bem felizes com o que ouviram do novo álbum. Esse é um álbum que vai deixar os fãs de metal felizes mas que nos permitirá atingir outros tipos de media como rádios e ser mais main stream, mas de um jeito bem MEGADETH de ser. Estamos empolgados, vamos tocar no Yankee Stadium e de repente a MLB fica empolgada com o MEGADETH. Essas são grandes parceirias para se ter quando você tem o álbum certo, a música certa, e certamente o tipo certo de tour ou show como esse com o "Big Four". Somos uma banda que foi bem recebida em vários cenários, seja lutas profissionais e esportes, video games, e todo tipo de coisa diferente. É uma habilidade que a gente tem de cruzar essa linha do metal e ainda continuar sendo uma banda de metal. Tem que ser algo que aconteça naturalmente.
MetalInsider.net: Dito isso, vocês estariam abertos a continuarem na Roadrunner Records?
Ellefson: Bem, isso é pensando a longo prazo. Neste momento queremos entregar a ele um excelente álbum, porque seja esse o último ou um recomeço com eles ou com qualquer outra gravadora, no final do dia é o nome MEGADETH em jogo e é isso o que os fãs veem. Então quisermos fazer um ótimo álbum para nosso fãs, independente de tudo isso. Nós fizemos nossa parte e agora é a vez deles.
Fonte e créditos: http://whiplash.net/materias/news_848/135816-megadeth.html
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
David Ellefson: “Rust In Peace” foi importante para estilo
MetalReview bateu um papo com David Ellefson; confira abaixo:
David Ellefson: Obrigado! É sempre bom ser escolhido. Na época só estavamos gravando o próximo álbum. Quem iria adivinhar que viraria uma clássico?!
MR: Por falar em Rust in Peace, qual seu relacionamento com o álbum hoje em dia? Você acha que esse reconhecimento todo é válido?
Ellefson: Depois de tocar o ábum todo ao vivo no ano passo eu certamente aprecio as nuances do material e entendo melhor o porque dos fãs gostarem dele. Trouxe muitas lembranças da banda naquele momento e revigorou o apelo do álbum para mim também. Muitas vezes na carreira você grava um álbum e toca alguns músicas nas turnês que se seguem, mas depois você não senta para ouvir direito do começo até o final. Essa tour do vigésimo aniversário me transportou de volta para aquela época thrash, que foi um ponto crucial no gênero.
Ellefson: Bem, a maioria do álbum foi composto como um trio, porque era um época dificil, mas gravamos sóbrios no começo dos anos 90, como um quarteto, talvez seja porque isso que você ouve tanta angústia no álbum. Também explica os andamentos rápidos. Nós estávamos putos e você consegue ouvir isso
Sobre as mudanças de formações, está mais para reformulação do troca de integrantes, apesar dessa não ter sido a mentalidade na época. Aconteceu. A formação do RIP tinha uma boa vibração, todos queriamos tocar a mesma coisa e queriamos elevar a banda ao seu melhor. Foi ótimo ser um grupo, e por isso fomos tão produtivos por tantos anos.
MR: Bem, turbulento ou não, a gravação do álbum deve ter sido boa, porque Mike Clink teve a honra de ser o primeiro produtor que sobreviveu ao processo de gravação de um álbum do Megadeth sem ser demitido. Que lembraça você tem de vocês tentanto criar o álbum dentro do Rumbo Studios?
Ellefson: Mike estava dando um tempo antes de gravar o próximo álbum do Guns N’ Roses (Use Your Illusion I e II) então utilizamos ele como co-produtor da gravação e dos overdubs. Então veio o Max Norman e mixou o álbum já que o Mike tinha que fazer o trabalho com o GN’R. Essa virada de mesa se tornou uma jornada criativa para nós e Max, que incluiu os dois álbuns seguintes e algumas músicas para trilha sonora. O Max é um excelente produtor de hard rock e metal, e eles nos ajudou a criar boas músicas e elevou o nível de produção nosso, um som que se tornou nosso.
Sobre os arranjos e estruturas, o Clink não teve muito a ver com isso já que tinhamos tudo pronto antes de entrar no estúdio. Marty tinha acabado de entrar para a banda, então estávamos preocupados em inteirá-lo ao material.
A gravação e edição da bateria e do baixo demorou quase um mês, devido à complexidade dos arranjos e da intensidade. Clink lidou bem com essa parte da produção. Depois Dave gravou os overdubs de guitarra base, e o Marty passou a maior parte do tempo praticando os solos.
Na parte vocal, Dave gravou os vocais principais e depois tiveram vários momentos legais que chamamos de ‘gang backup vocals’ onde a gente e o resto da equipe ia pro estúdio e gritava as letras para criar um backing vocal enorme. Gravamos assim para as músicas “Take No Prisoners,” “Five Magics” e “Lucretia.”
É interessante salientar que “Dawn Patrol” foi a última música adicionado ao álbum. Mike Clink e nosso empresário viviam dizendo que faltava uma música. Nick e eu rgravamos um ideia que tinhamos rascunhado quando estávamos terminando as faixas de baixo e bateria, e mostramos ao Dave como opção para a faixa final. Ele gostou da ideia baixo/bateria e escreveu uma letra em cima, que acabou virando a “Dawn Patrol”. Ao ouvir o álbum agora, ela serve como uma ótima pausa para a carnificina que vem das outras músicas na ordem do tracklist...e é uma ótima transição para os ouvidos das pessoas antes esmagá-los com “Rust In Peace… Polaris” fechando o álbum.
MR: É incrível pensar nas pessoas que fizeram testes para a posição de guitarrista antes da gravação do Rust in Peace, como por exemplo, Dimebag Darrell e um jovem Jeff Loomis. Em retrospecto você alguma vez já pensou: "Merda, nós basicamente tivemos guitarristas que entrariam no Hall of Fame se candidatando a guitarrista e tivemos a coragem de dizer não para eles?" Você tem alguma história interessante para partilhar com a gente desses testes?
Ellefson: Bem, ligamos para o Dime no começo de 1989 para vermos seu interesse e disposição, mas nuncas testamos ele porque ele estava comprometido com o Pantera. Quando o encontrei um ano antes em Dallas, ele me disse que o álbum Peace Sells… tinha mudado a vida dele. Ele era um fã e um guitarrista feroz, por isso entramos em contato com ele. Até aquele momento não tinhamos feito nenhum teste aberto, e o Marty não tinha se oferecido para fazer também. Os teste naquele ano foram tão futeis, e foi uma benção o Marty estar disponivel e interessado no trabalho. Ele tinha um passado bacana com o metal e como solista, então ele entenderia melhor que os outros como tocar as nossas músicas.
MR: Rust in Peace também Megadeth marcou uma época importante em termos de sucesso comercial com todas as indicações para o Grammy e coisa do tipo, solidificando a banda como uma das principais no estilo. A celebração de 20 anos do Rust in Peace também marcou sua volta para a banda, então, no fim das contas, esse álbum dá um pouco de nostalgia a você. Como se sente, depois de vinte anos, voltar a tocar aquelas musicas que o tornaram um imortal no mundo do heavy metal?
Ellefson: Para ser honesto, aquelas músicas eram dificeis de serem tocadas quando lançamos o álbum. Fico feliz por Shawn Drover tem um senso de como toca bateria o que deixou mais fácil quando a gente tocou o álbum ao vivo. Para mim, isso tornou a jornada mais divertidas, anos atrás, ainda estávamos amadurecendo como músicos, e às vezes os andamentes ficavam desenfreados. (risos)
MR: Para finalizar, do seu ponto de vista, que tipo de herança você acha que os anos 90 deixaram para o metal em geral?
Ellefson: Eu acho que os anos 90 sempre serão lembrados pelos fãs de metal como algo ruim para esse tipo de música, especialmente depois de 1994. Apesar de muitos terem "sobrevividos", foi por causa dos fãs. As pessoas que nos apoiavam tanto nos anos 80 viraram as costas rapidamente para a gente nos anos 90 quando uma nova "onda" chegou. Mas isso é o que deixa o metal ainda mais legal, não é mais uma onda, e os fãs escutam e apoiam, independente de modas, porque gostamos mesmo de música e o que ela representa... não porque era uma coisa de momento.
Fonte e créditos:
Megadeth: banda visita Submarino Americano
Os membros do MEGADETH fizeram uma breve parada para visitar o submarino USS Helena (SSN 725) na Estação Naval de Norfolk, Virginia, nesta segunda, 1 de agosto. Confira fotos mais abaixo.
O USS Helena chegou em seu novo porto na Estação Naval de Norfolk em 15 de junho.
De acordo o site oficial da Marinha dos Estados Unidos, Helena, comandada pelo Comandante. Paul L. Dinius, estava ancorada em San Diego. No dia 2 de setembro de 2009 o submarino chegou ao Portsmouth Naval Shipyard (PNSY) em Kittery, Maine - US, para uma manutenção prolongada, que inclui várias atualizações do sistema. Helena deixou o estaleiro em 20 de maio depois de completar a revisão de engenharia.
Helena é a 38ª classe de Los Angeles em sua categoria e 4º a levar o nome da cidade de Helena, Montana. O submarino foi construído pela Electric Boat Division da General Dynamics Corporation, Groton, Connecticut, da comissão de 11 julho de 1987. O navio de 360 pés tem uma tripulação atual de 16 oficiais e 134 marinheiros alistados, e desloca mais de 7.100 toneladas de água.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Dave Mustaine: "Trabalho com músicos excelentes"
Giorgio Mustica do site The Aquarian Weekly entrevistou recentemente o líder do Megadeth, Dave Mustaine. Confiram alguns trechos da conversa.
"Não, provavelmente não. É o seguinte Dave «Ellefson» e eu sempre fomos muito chegados e esse incidente terrível aconteceu. E durante todo o processo eu mantive a mesma posição, não queria magoá-lo e não queria que a familia dele se magoasse."
Sobre o processo de $18.5 milhões que sofre de David Ellefson, alegando que foi enganado nos lucros, incluindo vendas e merchandising, além de fazer comentários ruins sobre ele:
"Graças a Deus o juiz encerrou o caso. Não acho que ele tenha feito algo errado, só acho que escutou as pessoas erradas. Quando eu o encontrei depois que tudo isso eu disse que o perdoava, ele não esperava por isso. Mas se alguém que merece uma segunda change, e eu tive muitas, acho que não deveria deixar de dar a outra pessoa também."
Sobre a volta de Ellefson ao MEGADETH:
Sobre a participação da banda no Rockstar Energy Drink Mayhem Festival do lado de bandas como DISTURBED, GODSMACK e MACHINE HEAD, entre outras:
"A turnê Mayhem tem sido boa. Tivemos alguns problemas na parte de produção e outros projetos. Alguns problemas infelizes aconteceram, sabe, mas tudo foi resolvido. As pessoas que estão no comando da tour são incriveis e tem trabalhado duro para que nos sintamos em confortável e estou honrado por fazer parte disso."
"Nunca fui fã de GODSMACK ou do DISTURBED (mas) temos tido a oportunidade de ouvi-los nessa turnê, e é coisa boa, vara. Talvez goste mais da energia do DISTURBED do que da do GODSMACK porque ele me lembram um pouco o ALICE IN CHAINS. Mas o DISTURBED, para mim, não soa como nenhuma banda que já tenha ouvido antes."
Fonte e créditos: http://whiplash.net/materias/news_849/135036-megadeth.html
Ellefson: "se acredita no diabo,é melhor acreditar em Deus"
Em uma entrevista para o Noisecreep.com, o baixista David Ellefson do MEGADETH, que lutou contra drogas pesadas e o vício do álcool antes de ficar sóbrio no final dos anos 90, falou sobre a morte da cantora Amy Winehouse e o quanto foi difícil para ele ficar limpo.
"Ela era muito aberta, a respeito de sua vida conturbada e cheia de vícios, e como um cara recuperado, meu coração se entristece quando eu vejo isso acontecer. Porque há uma série de confusões por trás dos problemas pessoais", disse Ellefson. "Minhas orações estão com sua família agora, e todas as pessoas que a conheciam. Foi inesperado, mas é a realidade, e todos nós temos que lidar com isso".
Quando perguntado sobre a crença de algumas pessoas, que são atormentadas por demônios, Ellefson disse: "Quando você está neste jogo, tudo parece ser só diversão, e depois, derepente, tudo se escurece. E é este o lugar onde muitas pessoas não conseguem sair. É exatamente uma ligação com o diabo. Se você acredita em Deus, você tem que acreditar no diabo. E se você acredita no diabo, é melhor você acreditar em Deus".
Fonte e créditos: http://whiplash.net/materias/news_849/135000-megadeth.html
terça-feira, 26 de julho de 2011
Megadeth: grupo recebe premiação no Canadá
Os integrantes do Megadeth foram presenteados com disco de ouro pela EMI na noite de sábado, 23 de julho, em Toronto, Ontario, Canadá pela coletânea "Greatest Hits: Back To The Start".
Assinar:
Postagens (Atom)